CMU-Portugal: Economy 3.0, a minha experiência
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Assisti à conferência “Economy 3.0: Reboot and Reconnect“, a primeira conferência anual da parceria entre a Universidade de Carnegie Mellon e várias universidades Portuguesas, que se realizou no Palácio da Bolsa, no Porto, no dia 22 de Junho. A conferência contou com presenças de vários ilustres como Mariano Gago e José Sócrates, assim como vários membros de universidades portuguesas e da Carnegie Mellon. O meu orientador de tese de mestrado, João Paulo Cunha (IEETA), também esteve presente no painel de oradores.
Antes de saber da conferência, já me tinha despertado o interesse para visitar o Palácio da Bolsa (panorâmicas excelentes aqui), portanto, juntei o útil ao agradável (e ao barato também, pois uma visita ao Palácio custa 3€). A existência e importância da conferência e, consequentemente, número de pessoas, permitiram que eu tivesse liberdade para tirar fotos, apesar desta acção estar proibida, segundo infografia na entraa. O Palácio da Bolsa está situado perto da zona da Ribeira do Porto, e tem um aspecto exterior imponente. Fiquei maravilhado com o seu átrio, o Pátio das Nações, tanto pela sua dimensão como pela arquitectura e decoração; é uma zona ampla de 3 andares de altura, chão está coberto de azulejos e o tecto é decorado lateralmente pelos brasões de vários paÃses, existindo uma cúpula central que permite a iluminação natural. A escadaria, que leva os visitantes ao segundo andar, não é menos impressionante, sendo uma escadaria larga e com o tecto ornamentado com pinturas e trabalhos de escultura.
Aquando do check-in, foi oferecida uma mala para portátil, uma tshirt, uma pendrive de 1GB, e ainda folhetos e mapas turÃsticos do Porto. À hora do arranque do evento, ainda não estavam muitos participantes presentes, pelo que metade devem ter chegado com a comitiva do Sócrates.
Conforme o seu tÃtulo, a conferência (programa) tinha como tema a importância da investigação e desenvolvimento nas economias:
The current financial crisis has casted some doubt on the existing economic model. Rather than re-booting the system, leaders around the world must re-connect and work towards the growth of global innovation networks, capable of providing robust and sustainable solutions for our common future. In this context, information and communication technologies have no doubt an important role to play, not only because they remove both geographic and cultural barriers, but also because they are basic building blocks in the search for technical solutions that ensure a more intelligent use of the resources of our planet.
O José Marques dos Santos (reitor da Universidade do Porto) deu o discurso inicial da conferência, seguido pelo João Barros (Director do programa CMU-Portugal), Marvin Sirbu (Prof da Carnegie Mellon), Mariano Gago (Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior) e, finalmente, José Sócrates (Primeiro-Ministro). O Marvin demonstrou que a inovação e tecnologia desempenham um papel fundamental no desenvolvimento da economia e que existe uma tendência da demografia trabalhadora para pender da produção para os serviços (tal facto é visÃvel através da deslocalização de fábricas). O ministro Mariano Gago afirmou que Portugal está no caminho correcto no que toca à investigação, onde a média de investigadores para cada 1000 trabalhadores activos tem-se aproximado da média europeia. O primeiro-ministro José Sócrates apresentou o seu Plano Tecnológico como um pacote de medidas que permitiram a Portugal tornar-se cada vez mais numa Sociedade Informação, e até gozou que a única boa notÃcia que teve no dia das eleições europeias foi de que uma freguesia tinha boicotado as eleições de forma a protestar contra a falta de acesso à banda larga.
Findo o discurso do Sócrates, seguiram-se apresentações flash dos papers da parte dos alunos do programa CMU, com a audiência a apenas uma fracção da audiência do discurso do Sócrates. Penso que tal situação se deva à natureza mais polÃtica e menos cientÃfica da audiência, ou talvez à fuga antecipada para o almoço. As apresentações foram feitas inglês, e devo dizer que o inglês dos estudantes não é equivalente à qualidade da sua investigação, pois o inglês que ouvi é simplesmente horrÃvel.
Para o almoço, eu e os meus colegas, sem conhecer o Porto, dirigimo-nos à Ribeira para procurar um restaurante onde pudéssemos comer uma refeição aceitável, tentando fugir do MacDonalds de São Bento. Por incrÃvel que pareça, não encontrámos um restaurante que fizesse francesinhas ou a feijoada à moda do Porto, gastronomias figurantes do roteiro gastronómico oferecido na conferência.
Após o almoço, voltámos para o Palácio da Bolsa para as sessões da tarde, existindo várias sessões a decorrerem em paralelo. Escolhi a sessão de “Software Engineering for Large-Scale Dependable Systems”, que contava com oradores da Novabase, Critical Systems, PT- Sistemas de Informação, entre outros, contando aprender algo sobre sistemas operativos de tempo-real ou algo do género. Nesta sessão, levantou-se uma questão interessante sobre a programação: “Como conseguir medir a qualidade de código?”. Infelizmente, a sessão não atingiu as minhas expectativas, então fui assistir ao fim da sessão “Cyber-physical systems for ambient intelligence”, dos quais o meu orientador de tese de mestrado João Paulo Cunha fazia parte do painel de oradores, que apresentou o Vital Jacket, uma tecnologia de monitorização de sinais vitais embutida numa tshirt.
Não assisti ao resto da conferência (apenas restava uma breve discussão) pois tinha planeado efectuar um pequeno passeio por alguns monumentos do Porto. Mesmo ao lado do Palácio da Bolsa, situa-se a Igreja de São Francisco, supostamente magnÃfica. Digo supostamente pois a entrada custa 3.5€, uma tentativa legal de roubo, ou será que me confundiram com um turista? Sendo Português, penso que tenho direito a apreciar o património que pertence a todos nós.
Visitei novamente a Ribeira e subi para visitar a Sé do Porto. Tinha visto pelo mapa uns atalhos para não ter que subir a avenida toda até S. Bento, no entanto, mudei de ideias pelo aspecto das pessoas que passavam por essas ruelas. Chegado à Sé, fui abordado por um pedinte, também de aspecto duvidoso, que me perguntou se falava português. Respondi que não, na esperança que me deixasse em paz, no entanto, o inglês dele era impressionante, talvez melhor que o meu (deve ser da experiência de extorquir turistas).
Dirigi-me para a ponte D. LuÃs, que se revelou ser o ponto mais alto do meu dia (tanto intelectual como literalmente) pois, além da vista impressionante para o rio e Ribeira, a sensação de vertigem era agradavelmente significativa. A ponte D. LuÃs está aberta a peões e metro. Através da ponte, fui até ao Mosteiro da Serra do Pilar, onde fui presenteado por uma vista soberba do rio e da cidade do Porto.
Finalmente, apanhei o comboio de volta para Aveiro na estação General Torres. Ao todo andei 4 quilómetros a pé, e custou um pouco, mesmo para quem corre 3 quilómetros por dia (eu).
O balanço do dia foi positivo, pois reencontrei por surpresa alguns colegas da Universidade que já não via há algum tempo, contactei com pessoas ilustres (já tenho uma bela lista dos que já conheci), e explorei mais um pouco da cidade do Porto.
Gostaria de sugerir a visualização da galeria de fotos do evento.
To PhD, or not to PhD: vale a pena tirar Doutoramento?

Estou novamente em mais uma fase em que preciso de decidir o que fazer à minha vida.
A última vez que estive nesta posição foi há uns 9 anos atrás quando tive que escolher à area de estudos do Secundário. Escolher o curso não foi difÃcil pois já sabia o que queria, e em Aveiro (onde vivo) existia esse curso.
Agora, quase a completar o Mestrado Integrado em Engenharia de Computadores e Telemática, preciso de decidir se hei-de continuar a estudar, começar a trabalhar, ou ambos.
Tenho oportunidade de continuar a estudar com o Doutoramento MAPi, que é um programa doutoral em Ciências de Computação, programa conjunto das Universidades de Minho, Aveiro e Porto. Não tenho interesse especial em ser Professor Universitário, se bem que com o meu CAP (Certificado de Aptidão Pedagógica) recente, seria uma carreira ao meu alcance.
Já tive uma Bolsa de Iniciação à Investigação no IEETA que durou 6 meses, e gostei da experiência, e agrada-me a ideia de um dia ser investigador a tempo inteiro.
Existe também a questão dos salários e facilidade de procura de emprego. Qual é a diferença de salário de um Doutorado em relação a um Mestre ou Licenciado? Será que os Doutorados são procurados pelas empresas? Um estudo recente aponta para que apenas 1% ou menos dos Doutorados estão desempregados, e numa visita que fiz à Nokia Siemens Networks, o professor que nos guiou na visita afirmou que Portugal tem falta de Doutorados e que há muita investigação que se faz por cá. Gostaria muito de encontrar uma oportunidade no centro de investigação de computação móvel da Microsoft (antiga Mobicomp), em Braga, e com um Doutoramento, certamente teria boas hipóteses de a conseguir.
O Doutoramento está também em competição com outros programas de formação de empresas especÃficas, como a Novabase e a sua Novabase Academy. Estas formações são mais práticas e preparam os formandos para trabalharem. A Novabase já me solicitou várias vezes (em que tive que recusar devido a ainda estar a terminar o meu Mestrado), o que revela que tenho hipóteses sérias no mercado de trabalho.
A outra escolha seria tirar o Doutoramento em simultâneo com um emprego, dado que o programa de aulas do Doutoramento é de apenas 2 dias por semana. Iria portanto trabalhar 3 dias por semana numa empresa que teria que permitir a minha situação. Existem empresas assim? Será que conseguiria estudar para o Doutoramento, e ter cabeça/tempo para trabalhar também?
Esta será a grande decisão que terei que tomar rapidamente. Tenho uma votação, se quiserem dar a vossa opinião sem deixarem comentário.
Entrevista com o fotógrafo Nuno Cardal

Tive o prazer de realizar uma entrevista ao fotógrafo panorâmico Nuno Cardal, co-autor dos livros Portugal Panoramas, Lisboa Panoramas, Lisboa Iluminada, Porto Iluminado e Portugal Iluminado, todos da Quimera Editores, alguns dos quais já tinha falado antes na minha entrada sobre livros panorâmicos.





O Lisboa Panoramas e o Portugal Panoramas são os primeiros (e únicos) livros de autores portugueses de que eu tenha conhecimento. Certamente poderão existir outros, que espero que os meus leitores os identifiquem com comentários.
Antes de mais, alguma informação biográfica (obtida no site da editora) sobre o Nuno Cardal.
Nascido em 1967, é licenciado em História e seguiu um percurso profissional na à rea da cultura e publicidade.
Colaborou no programa “Ponto por Ponto” da RTP, e desenvolveu a rede de vÃdeo-painéis de Lisboa. Como fotógrafo, além dos livros mencionados, colaborou na criação de uma enciclopédia sobre Lisboa.
Passando finalmente para a entrevista, gostaria de agradecer ao Nuno Cardal e a José Alfaro da Quimera Editores pela sua cortesia em conceder-me a entrevista.
Como começou a criar fotografias panorâmicas, e desde quando?
Penso que desde que passei a trabalhar em digital, deve ter sido em 2003.
Já era uma ideia antiga e o digital facilitou bastante. No meu primeiro livro, “Lisboa Panoramas” de 2004, já existem fotos panorâmicas.
Qual é a opinião das pessoas ao seu redor, relativamente à fotografia panorâmica?
Toda a gente gosta, pois é uma fotografia de grande impacto, em grande parte inovadora e possibilita resultados finais de grandes dimensões e pormenor.
Conseguiu influenciar positivamente alguém a criar as suas próprias fotografias?
Penso que sim, pois são várias as pessoas que me têm pedido informações.
A fotografia panorâmica, como serviço comercial, tem potencial?
Claro que sim, não contando com outros fins, já tenho vários trabalhos meus em muitas paredes particulares, e também de empresas.
Que equipamento e software usa?
A minha máquina principal é uma Canon 1Ds MarkII. Software já trabalhei com vários: Panorama Maker, PTGUI, Photoshop.
Como surgiu a ideia e possibilidade de criar um livro com este tipo de fotografia, nomeadamente os Portugal Panoramas e Lisboa Panoramas?
Pelo interesse que as fotos têm despertado, quer nos outros livros, quer em outras áreas, mas também porque permite criar algo diferente, com perspectivas novas e enquadramentos inovadores.
Existem planos para novos livros?
Sim, este ano deve sair pelo mais um livro com o mesmo formato.
Tem alguma dica, tanto a nÃvel da fotografia em si como a nÃvel do pós-processamento panorâmico?
Muitos trabalhos, muita experimentação, muitas asneiras e aprender com estas. Fazer o melhor trabalho possÃvel no local da fotografia e passar menos tempo no computador.
Tem algum site ou galeria online?
Para já, só a galeria que está no site da Quimera Editores.
Half-Life 2 em vÃdeo live-action!

Uma equipa de amadores (penso eu), Purchase Brothers, recriou o mundo Half Life 2 em acção real (live action), reutilizando os sons e modelos 3D do jogo, com algumas outras ferramentas e apenas 500$ de orçamento.
Entitulada “Escape from City 17″, a história está dividida em 2 partes (onde apenas a primeira foi disponibilizada), contando a história de 2 rebeldes tentando sair da Cidade 17.
A qualidade dos efeitos especiais (tanto visual como sonora) é surpreendente, dados os recursos disponÃveis, e a equipa terá mesmo tido apoio da Valve, a criadora do jogo.
Aqui fica a descrição dos autores:
Directed by The Purchase Brothers.
The Escape From City 17 short film series is an adaptation based on the Half Life computer game saga by Valve Corporation. Originally envisioned as a project to test out numerous post production techniques, as well as a spec commercial, it ballooned into a multi part series. Filmed guerilla style with no money, no time, no crew, no script, the first two episodes were made from beginning to end on a budget of $500.
O site oficial está em baixo, mas poderá visualizar o vÃdeo no canal oficial da equipa (recomendo vivamente ver em HD). Poderá também descarregar a versão HD (90MB). O vÃdeo referido está abaixo:
Imagens grandes contam histórias grandes
Eu sou uma daquelas pessoas que gosta de apreciar fotografias pelo seu impacto psicológico, o sentimento capturado, e o sentido escondido no enquadramento.
A imprensa tem tendência a reduzir as fotos, a imprensa imprimida devido ao espaço disponÃvel reduzido, e a imprensa online talvez à tradição de dar pouco ênfase ao conteúdo visual que acompanha o texto.
No entanto, algumas agências noticiosas já deram o salto para a grande resolução com os seus photoblogs, onde publicam regularmente sequências de fotografias relativas a um dado acontecimento, e gostaria de partilhar convosco estes photoblogs:
- The Big Picture – penso que o photoblog da Boston.com é o pioneiro nesta matéria, e também o mais popular. Quase todas as entradas são promovidas a página frontal no site social Digg. Algumas entradas atingem 1 milhão de visitas.
- The Frame – photoblog do Sacramento Bee.
- Captured – photoblog do Denver Post.
- Photo Journal – photoblog do Wall Street Journal.
Estes são os que conheço, se alguém conhecer mais agradeço que deixe um comentário.
Rickroll no Atreve-te a Cantar da SIC

Esta noite, quase que tÃnhamos um rickroll a nÃvel nacional!
Rickroll é uma brincadeira muito popular na Internet que consiste em atraÃr leitores com conteúdos interessantes, por exemplo uma notÃcia de última hora ou um vÃdeo de alguma celebridade em alguma posição embaraçosa, e encaminhar esses leitores ao vÃdeo de música Rick Astley – Never Gonna Give You Up (ver no Youtube). Digamos que o vÃdeo não é dos mais masculinos.
Esta noite, esta música esteve presente no programa de canto da SIC “Atreve-te a Cantar” (não me perguntem porque estava a ver o programa!..) como uma das propostas para a última fase do concorrente.
Existem inúmeros exemplos de rickrollings feitos a massas de pessoas, como o Jogo dos New York Mets (55 000 pessoas) ou no Dia das Mentiras, todos os vÃdeos da página inicial do Youtube apontavam para o RickRoll.
Numa tentativa de quantificar o fenómeno, os 2 vÃdeos RickRoll mais vistos do Youtube possuem 16 milhões e 14.5 milhões de visitas, respectivamente.
Livros de fotografias panorâmicas
No outro dia, estava a passear pela Bertrand quando uns livros com u formato peculiar me captivaram a atenção. Estes livros eram muito largos e muito baixos, e estavam na secção de fotografia.
Para o meu espanto, os livros eram uma exposição de fotografias panorâmicas, os primeiros que eu tinha visto deste tipo de fotografia, o que é uma surpresa agradável pois significa que alguém está a promover e difundir a fotografia panorâmica pelo grande público.
Os livros em questão eram:
Autores: Nuno Cardal/Pedro Dias
Editora: Quimera
ISBN: 978-972-589-172-8
Preço: 25€ (online 22.5€)Nuno Cardal e Pedro Dias reúnem, neste coffee table book de formato original e apelativo, mais de 50 fotografias panorâmicas de Lisboa.
Autores: Nuno Cardal
Editora: Quimera
ISBN: 978-972-589-187-2
Preço: 25€ (online 22.5€)De norte a sul, em mais de 170 fotografias, esta viagem no espaço esconde um convite para outras viagens através da História.
No site da Quimera, existe uma galeria com algumas fotos exibidas neste livros. Alguns exemplos abaixo:



A Kolor, criadora do software Autopano Pro (o que eu uso e considero o melhor nesta área), editou o PanoBook2009 (30€), o seu livro composto por 360 fotografias contribuÃdas pelos utilizadores do seu software.

Le Panobook est un recueil des plus belles images panoramiques d’une communauté de photographes professionnels et amateurs du monde entier. Des sites magnifiques, des lieux insolites, des montages artistiques et des paysages sublimes ont inspiré les quelques 150 contributeurs de ce livre.
Assim, penso que a possibilidade de editar o meu próprio livro com as minhas panorâmicas já esteve mais longe.
Vendo calculadora Casio CFX-9850GB Plus branca
Actualização: vendida!
Estou a vender uma máquina calculadora gráfica Casio CFX-9850GB Plus (edição branca), usada mas em boas condições. Fotos abaixo (clicar para aumentar):
O preço é de 30€ (negociável), e o comprador paga os portes.
Pus em leilão no Miau.pt, se preferirem comprar por lá, a ligação para o negócio é http://www.miau.pt/leiloes/leilao.jsp?offer_id=6855027.
Os interessados podem contactar-me em off3nsiv3@hotmail.com, ou por comentários neste blog.
Obrigado!
Microsoft DevDays 2009

A Microsoft está a organizar o DevDays09, um evento técnico orientado para os programadores que irá contar com oradores internacionais (como Rob Miles) e nacionais também. Este evento irá focar-se nas novas tecnologias que a Microsoft está a desenvolver:
* Visual Studio 2010 e .Net 4
* Microsoft Surface
* Windows 7 e Internet Explorer 8
* Windows Azure e Azure Services Platform
* Biztalk 2009
* Silverlight e WPF
* SQL Server 2008
* ASP.NET
* Windows Live Services
A sessões agendadas neste momento são as seguintes (gosto do tÃtulo da do Rob Miles!, a negrito):
WIN000 – Prism v2: Guia de construção da aplicação em WPF
Microsoft Velocity: Aumente a performance com uma cache de alta disponibilidade
Rule the World with the .NET Micro Framework
WIN000 – Explorando a Sync Framework
WIN000 – Novidades na .NET Framework 4.0
Desenvolvimento de Jogos para Windows Mobile
ARC209 – Windows Azure – Introdução aos .Net Services
ARC208 – O que há de novo no BizTalk Server 2009?
WIN001 – Parallel Programming for Managed developers with the next version of Visual Studio
ARC207 – Azures Services Platform: SQL Services
ARC206 – Patterns & Antipatterns
ARC205 – Service Orientation vs Event-Driven Architectures
TLA002 – Visual Studio Team System 2010: Team Architecture & Team Development & Testing (parte II)
TLA001 – Visual Studio Team System 2010: Project Management & Team Foundation Server (Parte I)
MOB001 – NET Compact Framework 3.5 e o Visual Studio 2008
MOB002 – Microsoft SQL Server 2005 Compact Edition Ultimate Performance Tuning
MOB003 – Novidades no Windows Mobile Line of Business Solution Accelerator 2008
DAT001 – Introdução á Entity Framework
DAT302 – Performance Tuning de SQL Server 2008
DAT303 – Melhorias na SQLCLR e T-SQL no SQL Server 2008
DAT301 – Optimização da performance de queries em Analysis Services 2008
DAT201 – Microsoft Business Intelligence programadores
WUX008 – ASP.NET AJAX
WUX009 – ASP.NET MVC
WUX004 – Microsoft Visual Studio 10: Web Development
WUX003 – Live Platform: Construir Aplicações Mesh
WUX006 – Novidades na .NET Framework 3.5 SP1 para Web Developers
WUX007 – Explorando o DeepZoom
WUX002 – Boas Práticas em Silverlight 2
ARC202 – Introduction to Windows Azure and the Azure Service Platform (part 2)
ARC201 – Introduction to Windows Azure and the Azure Service Platform (part 1)
WUX402 – Live Platform: Deep Dive on Microsoft Virtual Earth
O evento irá realizar-se dias 18 e 19 de Fevereiro, no IST (Tagus Park), e tem um custo de 100€.
Workshops para futuros empresários tecnólogicos

A FEUP está a organizar 2 workshops que visam ajudar os alunos de tecnologia a adquirirem conceitos de negócio para que mais tarde seja mais fácil estes alunos criarem as suas próprias empresas. Estes workshops estão abertos a todo o público, e precisam de inscrição prévia por email.
O primeiro workshop é o “Criar e Expandir um Negócio Tecnológico com Capital de Risco“, com o apoio da gestora de capital de risco InovCapital. Realiza-se 28 de Janeiro. O programa deste workshop é o seguinte:
15h00-15h15 Capital de Risco: capital de oportunidades
- João Pereira, Director de Business Development Inovcapital15h15-16h00 Um sócio de Capital de Risco numa start-up tecnológica
- Paulo Ferreira dos Santos, CEO Tomorrow Options, SA
- Heitor Benfeito, Gestor de Participadas Inovacapital16h00-16h30 Perguntas & Respostas
O segundo workshop é o “From Technology to Business“, e conta com oradores internacionais. Realiza-se no dia 13 de Fevereiro. O programa é o seguinte:
Bringing research from idea to marketable product – Dr. Steve Nichols – Professor of the College of Engineering. Former Associate Vice President of Research at UT – Austin as well as founder and director of the Idea2Product Competition held annually at UT-Austin and focused on getting technology out of the idea phase and into a sellable, valuable product.
Action Business Planning – Darius Mahjoubi – Adjunct Professor of Entrepreneurship and Innovation at UT-Dallas and at the St Edwards University in Austin, and a research associate at the IC2 Institute.The formation of capital – Laura Kilcrease – Founding Director of Austin Technology Incubator, successful entrepreneur, and current Managing Director of Triton Ventures, a VC firm specialized in enterprise software, ICT and advanced materials.
A iniciativa contará também com a participação do Prof. José Manuel Mendonça (Director da UTEN Portugal) e de Eli Mercer (Consultor UTEN Austin).
























